É o tempo de ir adiante

December 6, 2019

 

As empresas neste primeiro quarto do século XXI precisam compreender que não foi
interrompido o aperfeiçoamento das máquinas - iniciado na Primeira Revolução
Industrial, após a metade do século XVIII - e que neste momento de grande expansão
tecnológica, denominado de Quarta Revolução Industrial, elas - as empresas -
controlam suas ações de forma autônoma criando conexões inteligentes.


Assim como em toda Revolução Industrial, as inovações manifestadas como novas
tecnologias foram as grandes impulsionadoras das transformações que mudaram a
sociedade e, agora, abrem um novo cenário em que as empresas se prepararam para
adotar e alavancar as novas tecnologias a seu favor para ter um impacto significativo.
As indústrias dessa Quarta Revolução Industrial, chamadas de Indústrias
4.0, processam as suas manufaturas usando a fabricação que recolhe e analisa os
dados e corrigem ao longo do ciclo de produção, propiciando a oferta de produtos
mais baratos e não agressores demasiados do meio ambiente.


Posto isto, as empresas têm de implementar continuamente novas estratégias de
negócios que sejam relevantes e rentáveis para se manterem operando no mercado.
Isso exigirá redobrada atenção nos investimentos de recursos e de novas tecnologias
necessárias e necessitará de força de trabalho capacitada e habilitada para o exercício
de novas e várias  ocupações ao longo das suas carreiras profissionais.


Neste novo modelo vem à baila o futuro agravamento da crise da força de trabalho,
proporcionada pelo advento de uma automação que reduz a necessidade de
trabalhadores pouco qualificados nas tarefas de rotina.


Em paralelo novos postos de trabalhos, mais qualificados na programação das
máquinas, análise de dados e manutenção das redes de informação e comunicação
serão criados, reforçando as iniciativas em torno da educação e da aprendizagem ao
longo da vida.


Essa é a Indústria 4.0 em que a computação, integrada aos processos físicos, está
revolucionando a fabricação. Portanto, o tempo atual não é de aguardar para ver o
que virá, mas o de saltar para a frente, pois  a Quarta Revolução Industrial estampa
muitas discussões, tanto pelas ameaças como pelas oportunidades que apresenta.

 

 

 

 

João Ulysses Laudissi
Engenheiro industrial/mecânico; especialista em Gestão da Qualidade e em Projetos
de Treinamento Industrial e conselheiro da AEAS (Associação dos
Engenheiros e Arquitetos de Sumaré).

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